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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Qual idade correta pra começar a estudar.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Como evitar uma gravidez na adolescência
Gravidez na adolescência: como evitar?
A informação pode ser a melhor maneira de prevenir uma gravidez indesejada durante a adolescência
Orientações sobre como prevenir uma gravidez devem ser passadas para meninos e meninasA adolescência é, naturalmente, um período de dúvidas, incertezas e descobertas. Uma gravidez indesejada ou doença sexualmente transmissível nem passa pela cabeça de grande parte dos jovens - mas é fundamental alertá-los para estas situações, que podem, sim, acontecer com qualquer um. Afinal, um futuro promissor inclui não se arriscar a ter um filho sem planejamento.
No Brasil, os casos de gravidez entre meninas de 15 e 19 anos vêm diminuindo, mas ainda é alto. Em 2003, foram mais de 580 mil jovens grávidas. Já em 2009, esse número diminuiu 20% - foram aproximadamente 485 mil os partos realizados em meninas entre 15 e 19 anos registrados pelo Ministério da Saúde, o que equivale 18,2% de todas as gestações no período.
Os números comprovam, portanto, que a gravidez na adolescência ainda é um problema social. E um problema de meninos e meninas. Afinal, todos sabemos, uma menina não pode gerar um bebê sozinha. Orientações sobre como prevenir uma gravidez devem, portanto, ser passadas para todos os adolescentes. E, por isso, esse é um tema que deve ser tratado na escola. Tire suas dúvidas sobre o tema:
Gravidez na adolescência: como evitar?
A informação pode ser a melhor maneira de prevenir uma gravidez indesejada durante a adolescência
Orientações sobre como prevenir uma gravidez devem ser passadas para meninos e meninasA adolescência é, naturalmente, um período de dúvidas, incertezas e descobertas. Uma gravidez indesejada ou doença sexualmente transmissível nem passa pela cabeça de grande parte dos jovens - mas é fundamental alertá-los para estas situações, que podem, sim, acontecer com qualquer um. Afinal, um futuro promissor inclui não se arriscar a ter um filho sem planejamento.
No Brasil, os casos de gravidez entre meninas de 15 e 19 anos vêm diminuindo, mas ainda é alto. Em 2003, foram mais de 580 mil jovens grávidas. Já em 2009, esse número diminuiu 20% - foram aproximadamente 485 mil os partos realizados em meninas entre 15 e 19 anos registrados pelo Ministério da Saúde, o que equivale 18,2% de todas as gestações no período.
Os números comprovam, portanto, que a gravidez na adolescência ainda é um problema social. E um problema de meninos e meninas. Afinal, todos sabemos, uma menina não pode gerar um bebê sozinha. Orientações sobre como prevenir uma gravidez devem, portanto, ser passadas para todos os adolescentes. E, por isso, esse é um tema que deve ser tratado na escola. Tire suas dúvidas sobre o tema:
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Racismo na novela Carrossel é um dos temas
Temos que ficar de olho no que nossos filhos assistem ,leiam e tira suas conclusões.
SBT ressuscita Carrossel
e mantém racismo entre crianças
Remake da novela infantil tem 17 atores mirins e professoras na disputa por homem
Veja fotos do elenco!
SBT apresenta seu elenco de Carrossel, que estreia dia 21 de maio; à esquerda, de cima para baixo, os intérpretes de Cirilo, Maria Joaquina e professora Helena
Quando a versão mexicana da novelal foi ao ar no SBT, cerca de 20 anos atrás, tornando-se fenômeno de audiência no País, Íris Abravanel costumava reunir o marido, Silvio Santos, e as quatro filhas ainda pequenas para assistir a trama. As meninas acompanhavam com atenção as peripécias de Laura, Jaime, Cirilo, Maria Joaquina e companhia. Vinte anos depois, a lembrança desse momento íntimo transformou o remake brasileiro de Carrossel em realidade.
Na tarde desta segunda (7), o SBT reuniu cerca de 90 jornalistas nos estúdios da emissora em Osasco, na Grande São Paulo, para apresentar a nova produção, que estreia no dia 21 de maio, às 20h30. A novela terá 260 capítulos (a original tinha 357 capítulos).
O texto da nova roupagem é assinado por Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos, que conta com o auxílio de cinco colaboradores e uma supervisora de texto. Reynaldo Boury, que também esteve à frente da novela Amor & Revolução, de Tiago Santiago, é o diretor geral do projeto que tem 17 crianças como estrelas.
Na tarde desta segunda (7), o SBT reuniu cerca de 90 jornalistas nos estúdios da emissora em Osasco, na Grande São Paulo, para apresentar a nova produção, que estreia no dia 21 de maio, às 20h30. A novela terá 260 capítulos (a original tinha 357 capítulos).
O texto da nova roupagem é assinado por Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos, que conta com o auxílio de cinco colaboradores e uma supervisora de texto. Reynaldo Boury, que também esteve à frente da novela Amor & Revolução, de Tiago Santiago, é o diretor geral do projeto que tem 17 crianças como estrelas.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
O autismo pode estar relacionado com a idade do pai.
A ligação entre a idade de um pai e o autismo
Uma equipe da empresa deCode Genetics relatou na revista Nature que a idade de um pai determina quantas novas mutações genéticas um filho herda e que isso pode explicar um aumento recente no número de crianças diagnosticadas como autistas.
Uma equipe da empresa deCode Genetics relatou na revista Nature que a idade de um pai determina quantas novas mutações genéticas um filho herda e que isso pode explicar um aumento recente no número de crianças diagnosticadas como autistas.
A substituição ao acaso de uma letra do DNA por outra – uma mutação – é o que permite que as bactérias se tornem resistentes a medicamentos e, ao longo dos séculos, a espécie humana evolua. Tais alterações podem ser perigosas a curto prazo, no entanto, já que podem afetar a função dos genes, incluindo aqueles envolvidos na função cognitiva.
Na Islândia, onde fica a sede da deCode, a idade com que os homens têm filhos aumentou consideravelmente ao longo das últimas décadas. Junto com ela, o número de mutações sendo herdadas por islandeses recém-nascidos também está aumentando, diz Kari Stefansson, presidente da deCode.
A Technology Review entrevistou Stefansson recentemente em Boston sobre os resultados.
TR: Conte-me sobre seu último artigo.
Stefansson: Nós fizemos um estudo sobre a taxa de mutação na população islandesa e o que descobrimos é que ela é determinada pela idade do pai. Dificilmente outro fator exerce alguma influência. Isso é surpreendente. Para cada ano adicionado na idade do pai, 2,1 mutações são adicionadas aos filhos.
O número de mutações é provavelmente proporcional ao número de divisões das células [nos testículos]. Se não me engano, 13 ou 14 divisões celulares ocorrem a mais por ano. Essas são as células que se proliferam e geram o esperma. As mutações de novo são formadas no esperma.
TR: Então, quanto mais velho for o pai, mais mutações genéticas novas o filho vai herdar?
Stefansson: Se você tomar como exemplo um pai de 40 anos em comparação com um pai de 20 anos, o de 40 anos transmite três vezes mais mutações para o filho. E o que é extraordinariamente interessante é que um pai de 40 anos tem também três vezes mais probabilidade de conceber uma criança que pode sofrer de esquizofrenia do que um pai de 20 anos de idade. E ele tem duas vezes mais probabilidade de conceber uma criança que desenvolva autismo.
Todo mundo chama atenção para a idade das mães. Nós costumamos nos preocupado com a possibilidade da mãe ter idade elevada, o que poderia fazer a criança nascer com problemas. Mas a única coisa que aumenta com a idade da mãe é o risco de síndrome de Down. Todo o resto melhora.
TR: Então você acha que essas ocorrências são aleatórias? Que a idade dos pais causa o autismo?
Stefansson: Podemos mostrar de maneira muito convincente que a idade do pai está associada ao aumento do risco de autismo.
TR: O número de homens que têm filhos quando já estão com uma idade mais avançada tem aumentado?
Stefansson: Trabalhando com a população islandesa, fizemos a seguinte pergunta: como a idade média dos pais durante a concepção de uma criança tem mudado ao longo dos anos? A idade média era muito alta durante o século XIX e diminuiu durante o século XX. Chegou a um mínimo em 1970 e desde então tem aumentado acentuadamente. Se medirmos do mínimo até o pico de idade paterna, o aumento da expectativa de mutações é de 60 por cento.
TR: Isso significa que as taxas de autismo eram tão altas durante o século XIX quanto são agora?
Stefansson: Não temos dados para responder isso. No século XIX, os autistas provavelmente eram apenas chamados de estranhos.
TR: Acho que as mutações, a longo prazo, são uma coisa boa, não uma coisa ruim. É isso que permite uma evolução, não é?
Stefansson: Sim. Mas veja bem. As mutações de novo são perigosas para as próximas gerações. Elas são boas no sentido de que geram mais diversidade a partir do que a natureza pode selecionar. Então, você está correto nisso.
TR: Tenho 42 anos. Será que deveria estar preocupado com a possibilidade de que, se eu me reproduzir agora, vou colocar meu filho em risco?
Stefansson: O risco ainda é relativamente pequeno. Além disso, não é inédito encontrarmos uma variante biológica benéfica em um sentido e perigosa em outro.
TR: A constatação faz sentido biológico? A ideia de as mutações virem do pai é algo lógico?
Stefansson: Parei de perguntar se essas coisas servem a qualquer propósito há muito tempo. As coisas simplesmente são como são.
TR: O que esse trabalho nos diz sobre quão fácil será identificar a ligação entre genes específicos e doenças?
Stefansson: Quando se trata de genética, todos nós estamos mergulhando no estudo de variantes raras de DNA. E raridade e novidade são sinônimos em genética. Algumas delas são mutações de novo como as apresentadas nesse trabalho e algumas foram introduzidas na população durante as duas últimas gerações. Há indícios de que essas mutações recentes são mais importantes na patogênese de doenças comuns do que pensávamos.
Você pode imaginar como é difícil estabelecer uma associação concreta entre essas variantes extremamente raras e uma doença. Isso torna o desafio ainda maior do que as pessoas pensavam.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Chega de consumismo jovens kkk...
JOVENS consumistas
A maioria dos jovens de hoje só pensam em celulares, roupas e sapatos de marca, produtos que mostrem status.
Isso mesmo, o consumismo, além de atingir as mulheres, está subindo a cabeça dos jovens, a futura geração.
O que será do planeta que só habita consumistas fúteis? Este problema assombra muitos geólogos, psicólogos, pais, todos menos os futuros destruidores do mundo: os jovens.
Uma reportagem do iG Jovem afirma que os adolescentes brasileiros consomem 47% a mais que os jovens americanos. Veja a reportagem completa em:http://jovem.ig.com.br/igirl/noticia/2008/03/26/consumistas__1243659.html
"Na sociedade vale mais o que a pessoa tem do que quem ela é e por isso este consumismo desenfreado não pára nos adolescentes. Mas o mais interessante é que na adolescência este consumismo é mais adequado, porque eles estão buscando apenas a sua identidade, a questão que ecoa é: “Quem sou?", afirma a psicóloga Maura de Albanesi.
Mas como contornar essa situação? Segundo Maura a solução do problema está mais próximo do que se imagina: "Quando o adolescente ingressar no mercado de trabalho irá verificar por si só que outras coisas lhe serão exigidas, além da aparência e do poder aquisitivo. Ter mais responsabilidades é uma delas e com isso o jovem vai descobrir as suas qualidades e aos poucos abandonar as etiquetas externas e as compras excessivas".
Mas como contornar essa situação? Segundo Maura a solução do problema está mais próximo do que se imagina: "Quando o adolescente ingressar no mercado de trabalho irá verificar por si só que outras coisas lhe serão exigidas, além da aparência e do poder aquisitivo. Ter mais responsabilidades é uma delas e com isso o jovem vai descobrir as suas qualidades e aos poucos abandonar as etiquetas externas e as compras excessivas".
Pegue leve nas compras, garotos! (e garotas)

domingo, 26 de agosto de 2012
Vou indicar um ótimo livro sobre filhas adolescentes
| CRIANDO E AMANDO SUA FILHA ADOLESCENTE Livro mostra que é possível entender e aceitar as atitudes de filhas adolescentes | ||||||||||||||||||||
Conflitos entre mães e filhas adolescentes parecem nunca ter solução. As genitoras buscam explicações para a repentina mudança de comportamento das garotas que passam, em um dia, de bebês a mulheres fisiologicamente preparadas para terem bebês. "Criando e Amando sua Filha Adolescente", de Debra Whiting, busca explicar as atitudes das filhas e apontar às mães algumas soluções possíveis. O livro mostra como as mães devem se comportar diante da mudança de comportamento, humor e atitudes de suas filhas adolescentes. Nesta transição, de menina para mulher, tudo muda muito rápido. As mães quase não conseguem acompanhar as mudanças e poucas vezes entendem e sabem lhe dar com elas – apesar de também terem passado por isso. A obra conta com depoimentos de mães, sobre as atitudes das filhas, e declarações das filhas, que explicam como gostariam que as mães agissem e o porque adotam algumas atitudes consideradas rebeldes. Um grande conflito surge quando as mães não confiam nas filhas, por as acharem novas demais para decidirem sozinhas determinadas coisas, e as meninas pensam que as mães são incompreensíveis e "quadradas" por não as deixarem fazer o que querem. Em alguns casos as meninas sentem-se maduras para fazer o que bem entenderem e a proibição provoca rebeldia e omissão das atitudes que adotam, como mostra um dos depoimentos "...faço o que quero. Minha mãe não tem a menor noção da metade das coisas que faço. O que ela não sabe não magoa nenhum dos lados, sabe?". Mas nem sempre a adolescência afasta mães e filhas. Em alguns casos esta fase acaba estreitando a relação, como mostra o depoimento desta mãe "a adolescência está sendo melhor para nós duas. A independência de minha filha foi um fator positivo porque ela ficou mais responsável e, com isso, posso desfrutar mais o nosso relacionamento". Algumas garotas concordam, "estou conhecendo minha mãe melhor agora do que quando eu era mais jovem". "Criando e amando sua filha adolescente" traz, ao final dos capítulos, alguns tópicos e sugestões de como as mães devem se portar diante de determinadas situações, para que a relação entre elas se torne mais agradável e compreensível, para ambas. Sobre a autora Debra Whiting Alexander é Ph.D. em terapia familiar, mãe, professora e escritora. Ela presta serviços a crianças, adolescentes e pais como terapeuta familiar e de casais, orientadora escolar e especialista em traumas. É autora de vários livros para crianças e adolescentes. Além disso, atua como consultora para a série de vídeo premiada: Saving Our Schools from Hate and Violence. | |||||||||||||||||||||
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Mamãe esta namorando e agora como contar?
Mamãe está namorando
Começar um relacionamento quando se tem um filho nem sempre é fácil. Nossa repórter Ana Paula Pontes relembra como se sentiu ao contar para João que estava apaixonada novamente
Ana Paula Pontes
As minhas dicas infalíveis
• Espere o relacionamento se fortalecer para contar a seu filho sobre o namoro. Quando isso acontecer, seja sincera
• Escute o que ele tem para dizer sobre a situação, sem questionar. Entenda o lado do seu filho.
• Converse com ele sobre os papéis de pai e mãe, mostrando que não é porque você está namorando que a relação com o pai dele vai mudar
• Mostre o quanto ama seu filho. O ciúme do seu namoro é natural
• Separe um tempo para ficar só com o seu filho, sem o namorado
• Decidiram se casar? Antes, porém, faça um treino com seu filho. Coloque-o para conviver com seu namorado. Aproveite férias e fins de semana
Como o seu namorado pode não atrapalhar
• A situação já é delicada. Peça para ele não querer chamar mais a atenção do que a criança quando os três estiverem juntos
• Explique que não adianta ele tentar ser o melhor amigo do seu filho logo no primeiro encontro. É preciso tempo para conquistar a confiança dele
• Peça para ele tentar não tomar partido quando você der bronca
• Deixe claro que você não vai admitir que ele faça críticas ao pai da criança na frente dela
• Ele deve compreender sua relação com o ex-marido, pois o espaço de pai e mãe deve sempre ser mantido
• Evitem brigas de casal na frente do seu filho
• Explique que não adianta ele tentar ser o melhor amigo do seu filho logo no primeiro encontro. É preciso tempo para conquistar a confiança dele
• Peça para ele tentar não tomar partido quando você der bronca
• Deixe claro que você não vai admitir que ele faça críticas ao pai da criança na frente dela
• Ele deve compreender sua relação com o ex-marido, pois o espaço de pai e mãe deve sempre ser mantido
• Evitem brigas de casal na frente do seu filho
Os Seus, os Meus e os Nossos Frank, viúvo com 8 filhos disciplinados, encontra Helen, também viúva com 10 filhos meio hippies. Eles se casam e a confusão começa
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